quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Falando em graça...
Por um lado há os assassinos da graça que matam espiritualmente as pessoas levando-as presas à sua lei e gerando todo tipo de opressão na alma e no espírito. Esse grupo tem mais prazer no cumprimento da lei do que em proporcionar a liberdade ao próximo, talvez agora não mais a Lei de Moisés, mas a sua própria lei, as suas próprias regras. A lei da satisfação do rito, do encobrir do mito, do fugir às questões de qualquer razão. São responsáveis pela continuação da religião cega dos tempos antigos mas que agora usa a roupa da modernidade sem, no entanto, mudar o princípio que rege seu funcionamento.
Estabelecem hierarquias que não podem ser tocadas, dogmas tão santificados que “ai daquele que tocar no ungido do Senhor”. Essa estrutura não permite questionamentos, nada que possa comprometer aqueles que estão em posição mais elevada na pirâmide hierárquica. Esquecem-se do que Jesus disse aos seus discípulos quando esses discutiam para saber quem era o maior, quem estava na parte de cima:
“E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa, como quem serve.” (Lucas 22: 25,26)
Jesus deixou bem claro: “Não sereis vós assim”! Não há um que domina! A obediência é um princípio do Reino mas não pode ser imposta. A desobediência é pecado, por isso nos sujeitamos uns aos outros em amor, mas isso só consegue fazer aqueles que vivem a graça de verdade.
O segundo grupo eu vou chamar de falsificadores da graça. São pessoas que usam a graça como pretexto para satisfazer sua própria vontade. Vontade essa que nunca se sacia, como a sanguessuga em Próverbios: “dá, dá”, sempre quer mais, sempre deseja um novo nível de “liberdade”. Esse grupo dá ênfase ao raciocínio puramente lógico na tentativa de interpretar a Bíblia de maneira a justificar suas atitudes egoístas. “Liberdade” é a palavra de ordem – ou desordem – que encabeça todo pensamento deturpado e distante do verdadeiro sentido da liberdade da graça.
O apóstolo Paulo, maior pregador da graça, disse que não vivemos para nós mesmos, mas para o Senhor (Rm 14:7); que não buscamos nosso próprio interesse, mas devemos atentar também para o que é dos outros (Fp 2:4); que não devemos destruir a obra de Deus na vida do próximo por causa de nosso prazer (Rm 14:20). Bem diferente da pregação e do comportamento observado atualmente nesse grupo.
O terceiro grupo é composto por pessoas que entendem (e também por aquelas que estão buscando entender) o sentido da graça baseado no mais perfeito exemplo: Jesus Cristo. Se lermos os evangelhos não encontraremos nenhum sermão sobre “o que é a graça”, no entanto, quando lemos o evangelho segundo escreveu João, logo no primeiro capítulo vemos uma informação extremamente importante para compreendermos esse assunto. No verso 16 ele revela: “recebemos da sua plenitude, e graça por graça”. Não há nenhum relato de sermão de Jesus Cristo sobre a graça, mas ele viveu a graça, porque ele era a própria graça de Deus revelada à humanidade.
Na carta de Paulo a Tito 2:11, 12 diz:
“Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos, neste presente século, sóbria, e justa, e piamente”
Ótimo exemplo do que é a graça! Primeiro a graça se manifestou para trazer salvação. Podemos ligar essa informação ao que está escrito em João 3:17 que diz que “Deus enviou seu filho não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”. Então a graça é Deus fazendo-se homem e vindo habitar em meios aos homens para trazer-lhes salvação – Jesus Cristo. Jesus Cristo deve ser a primeira impressão em nossa mente quando falamos sobre graça.
O interessante é que quando falamos: graça, a primeira palavra que associamos é: liberdade. Mas quando entendemos como está escrito acima, que Jesus é o maior exemplo da graça, a associação de palavras parece diferente. Se dissermos: Jesus. Qual a primeira palavra que vem à nossa mente? Pensamos em: amor, renúncia, compaixão, serviço, humildade... mas dificilmente vem à mente: liberdade! Por quê? Porque Cristo viveu, antes da liberdade, o amor, a renúncia, o serviço ao próximo, a compaixão, e isso é graça! Viver a graça é entender Deus em Cristo vivendo e morrendo para que nós tenhamos uma “melhor esperança”.
A graça não nos ensina a vivermos uma vida em torno de nossos desejos, mas como está escrito em Tito 2:12, nos ensina a renunciar a impiedade, a viver em santidade, a viver em justiça e retidão. Isso é graça. É a liberdade de Cristo em nós para libertar o próximo. Somos livres, do medo, da opressão, do pecado, da morte. Não somos livres da responsabilidade, do próximo, do amor, do serviço, da entrega. A graça não nos leva à omissão, ao contrário, ela nos traz à responsabilidade e ao trabalho, como Paulo escreveu em 1 Coríntios 15:10:
“Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles, todavia não eu, mas a graça de Deus que está comigo”
A graça nos faz ser o que devemos ser, e nos faz trabalhar para que outros sejam também não o que somos ou o que queremos, mas o que Deus deseja que cada um seja.
A todos, graça e fé em Cristo.
Nelício Júnior
17.01.2009
Há Cura Para as Feridas Religiosas
1º Autoritarismo: Pastores, lideres que não aceitam questionamentos, quando ministram é a voz de Deus, mas quando é o outro, desprezam e até mesmo atribui suas palavras como sendo do diabo.
2º Exclusivista: Se acham os santos, os melhores e só os que se submetem aos seus fardos é que tem direito a esta suposta vida com Deus.
3º Valorização Subjetiva: Se acham os espirituais, cheios da unção, dão tanta ênfase a uma experiência supostamente espiritual, se esquecem do culto racional e da Palavra.
4º Promessas e profecias irreais: iludem os novos na fé (e até mesmo velhos de igreja, mas com a mente de meninos inconstantes) com promessas de cura, prosperidade e casamento... Sem se importarem com as conseqüências de uma não realização do que ministraram.
5º Constante guerra com o diabo: Dão uma ênfase enorme ao diabo, tudo que sofrem a culpa é do diabo, tudo que não dá certo foi porque o diabo não deixou... se esquecem da semeadura, o que se plantarem, irão colher. Estão cheios das obras da carne e transferem suas irresponsabilidades...
6º A Instituição é sempre maior que as pessoas: Se preocupam em cumprir o “roteiro espiritual” (que na maioria das vezes o que requer esforço, só os irmãozinhos iludidos cumprem, enquanto a liderança dorme...), se esquecem das pessoas.
7º Grande ênfase aos testemunhos: São os “Forest Gump” da igreja, sempre tem um grande testemunho do passado, mas suas vidas no HOJE, só testemunham engano, perdas e mentiras.
Estes são alguns pontos que podemos perceber uma liderança doentia.
Jesus disse que seu fardo é leve e seu jugo suave.
Jesus certa vez ao ser questionado pela mulher samaritana, lhe disse que não há mais lugar físico para adorar... que os Verdadeiros adoradores o adorariam em espírito e verdade, sem mandingas, sem religiosidades...
O Apóstolo Paulo, em Romanos 12, nos ensina que há um CULTO RACIONAL, que é a igreja se apresentar a Deus em sacrifício vivo, santo e agradável.
Quando o fariseu se exalta e o pecador se arrepende, Jesus nos ensina que a instituição, organização, nossos dízimos, o pastor, a liderança nada disso é maior que as pessoas...
Quando aquela mulher que jorrava sangue toca Jesus, Ele nos prova ainda mais que a fé vem pelo ouvir a palavra... e que não há intervenção humana alguma, que possa acrescenta - lá aos que a Ele se achegam.
Ao escrever este texto minha intenção não foi e nunca será de combater as pessoas que tais coisas praticam, mas sim esta mentalidade doentia e carnal, que cada vez mais afastam os que a Deus se achegam e causam feridas imensas nos corações.
Observando a última ceia de Jesus com seus discípulos, aprendi que há cura para as feridas religiosas; o ato de lavar os pés do outro me ensina a ter humildade e liberar perdão, e ao dar o meu para o próximo lavar me traz uma consciência que mesmo sendo diferentes, somos extremamente iguais. Que todos sujamos os pés um dia, e de comum necessidade precisamos da graça e do perdão Daquele que nos amou primeiro.
Rodrigo Garcia Leal.
15-01-2009
De onde tirar esperança

Seguramente a vitória do Presidente Bush e a nomeação de C. Rice para Secretária de Estado produziu grande abatimento em milhões de pessoas pelo mundo afora. Como é possível que a maioria dos eleitores ratificasse a linha política de Bush/Cheney que prevê enfrentar a violência com mais violência e promete intervir em qualquer parte do mundo onde interesses norte-americanos estão em jogo? É a suprema arrogância do império que pela primeira vez possui dimensões realmente planetárias. Mas aprendemos da história que não há império de mil anos, isso é coisa de nazistas, nem império de um século, isso é coisa dos ultraconservadores tanto mais ávidos de poder quanto mais curtos de visão. Todo império é derrubado, não por outro império mais forte, mas pela ânsia de liberdade dos cidadãos e pelo sentido de dignidade dos povos que é mais forte que a dominação.
Mas não esqueçamos o nosso país. Algumas derrotas eleitorais trouxeram decepções para muitos, derrotas que representam uma resposta do povo à taxa de iniqüidade social que a macroeconomia da equipe econômica produz. É verdade que as exportações cresceram, mas cresceu também, em parte por causa do superávit primário, o desemprego e o empobrecimento do povo a níveis piores que os da Etiópia, segundo os que conhecem lá e aqui.
Honestamente e angustiados nos perguntamos: que fazer com este mundo aqui e lá fora? De onde tirar esperança?
Tenho para mim que esta esperança não pode vir daquelas instâncias que estão produzindo a destruição da esperança. Depositou-se demasiada esperança em certos partidos de extração popular e em seus líderes carismáticos que chegaram ao poder. Ao invés da coragem para o novo, como prometeram, tornaram-se reféns da lógica do sistema com o argumento de que, de todas as formas, há de evitar o caos sistêmico. Ocorre que o caos social já se instalou e se agrava dia a dia. Ou a economia é para superar o caos social ou ela é uma forma perversa de continuada vitimação dos pobres no altar do deus Mamom. Nenhuma sociedade, minimamente ética, pode aceitar essa perversidade. Que não se espere nada desta política macroeconômica súcuba dos mercados.
Vamos beber esperança nas religiões e nas Igrejas, já que Ernst Bloch, com razão dizia: “Onde há religião, ai há esperança”? De fato, para os realmente pobres, as igrejas se transformaram em seu refúgio, o lugar onde bebem alguma esperança, embora, milagreira, alienada dos processos históricos e dos compromissos de mudança social. Mas encontram mesmo assim alguma razão para viver. Lamentavelmente para muitas destas Igrejas vale o dito espanhol: “Entre Deus e dinheiro, o segundo é primeiro”.
A fonte da esperança se encontra nas próprias vítimas. A esperança é a única coisa que lhes sobra, esperança de que, por adversa que seja a realidade, alguma coisa boa vai sair dela. Elas são portadoras da utopia mínima de que, um dia, todos vão poder comer, morar, ir ao médico quando doentes, mandar os filhos para a escola e tomar sua cervejinha com os amigos na sexta-feira à tarde e, quem sabe, ter uma aposentadoria que os deixe tranqüilos. E por fim, isso pensam os pobres sim, não Bush, nem Blair nem nossas elites, que é possível a humanidade sentir-se uma família, habitando todos juntos no planeta Terra, como irmãos e irmãs. Não são eles que nos lembram que a “esperança é a última que morre”?
Sitação: Leonardo Boff
O ESPÍRITO ESTÁ PRONTO, MAS A CARNE É FRACA
Chegou Jesus com seus apóstolos a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. E lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até à morte; ficai aqui e vigiai comigo.
E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e os advertiu dizendo: Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca(Mateus 26.36-41).
Recentemente presenciamos um famoso pregador, esses que fazem a mídia pelos veículos de comunicação, o qual interpretou este texto, como se Jesus tivesse deixado uma lacuna na palavra para relevar o pecado. Quando a palavra é interpretada pela letra o resultado é confuso, veja que esse pregador acabou induzindo os seus seguidores a caminhar no erro.
Como também, por causa dessa exortação do Senhor Jesus aos seus discípulos, muitos irmãos usam esse texto na tentativa de se justificarem da falha, alegando ter caído no pecado porque a carne é fraca.
Mas é importante observar, em que condições Jesus declarou que a carne é fraca? Porque na ocasião, não foi uma advertência aos seus para se desviarem do pecado, mas para que permanecessem em constante vigília e oração, para fortalecimento espiritual, pois havia chegado a hora do Senhor, e a expectativa era de angústia e dor.
E os seus discípulos estavam cansados, exaustos, debilitados fisicamente, por isso Jesus os encorajou dizendo que o espírito está sempre pronto, mas a carne é fraca. A carne é fraca, dado a sua fragilidade, vulnerável, de pouca resistência e durabilidade. A carne é tendenciosa ao conforto e voltada para as coisas materiais. Mas de forma alguma a exortação do Senhor é uma justificativa para avalizar a prática do pecado.
Disse Jesus: O Espírito Santo convencerá o mundo do pecado, ele vos guiará em toda a verdade (João 16.8,13).
Então, se vencido pelo pecado, a fraqueza não está na carne, mas no espírito do homem, que ainda não recebeu o dom do Espírito Santo do Senhor para arrependimento dos pecados e conversão para a salvação da vida eterna. Porque se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados (Hebreus 10.38)
Em Getsêmani, foi o momento mais difícil da vida de Jesus na face da terra. Era chegado a sua hora, Ele próprio sentiu a fraqueza da carne na sua natureza humana, porque era homem de dores, mas venceu o pecado, crucificando a sua carne na cruz em sacrifício vivo, para remir o homem do pecado e da morte.
No capítulo 6 da carta aos Romanos, a palavra relata o sacrifício de Jesus na sua carne para nos livrar da morte pelo pecado, e nos faz conhecer a sua maravilhosa graça, meditemos:
Romanos 6.11-13 diz: Considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.
E no capitulo 7 de Romanos, a palavra revela a luta do nosso espírito contra a carne, porque o espírito do homem anseia alcançar a glória do Senhor, mas a carne é voltada para o pecado, e nisso há um conflito constante, vejamos:
Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte. Porque o que faço, não o aprovo, pois o que quero, isso não faço; mas o que aborreço, isso faço. De maneira que, agora, já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado.
A CARNE INCLINA PARA O PECADO, MAS O ESPÍRITO PARA DEUS
Romanos 8.5-13: Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.
Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, e vivereis.
AS OBRAS DA CARNE E O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO
A palavra de Deus na carta aos Gálatas 5.19-25 assegura que as obras da carne são conhecidas as quais são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.
Mas o fruto do Espírito Santoé: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.
Vós que buscais uma prova de Cristo que fala em mim, o qual não é fraco para convosco; antes, é poderoso entre vós. Porque, ainda que tenha sido crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com Ele pelo poder de Deus em vós.
Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis, quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados (II Coríntios 13-5).


